12/11: Matéria da prova

No dia 12/11 começamos a aula passando a matéria da prova e relembrando os conteúdos.


1. Projeto de inculturação (Lei 10.639/2003) - "Ações Afirmativas" - páginas 111 a 115.
2. Capítulo 4: As Revoltas Coloniais - páginas 120 a 128 - Inconfidência Mineira e Inconfidência Baiana - páginas 133 a 139
3. Capítulo 5: Processo de Independência do Brasil - 1808 a 1822
   a) Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil (Período Joanino) - 1808 a 1821.
   b) A Independência do Brasil: 1821-1822 - páginas 143 a 153

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09/11: Fichamento do capítulo 5 - A independência do Brasil

Na aula do dia 09/11 a professora Ana Clara nos pediu que fizéssemos o fichamento do capítulo 5 (abaixo) e uma pesquisa sobre o período joanino (1808 a 1821) e a proclamação da independência do Brasil (suas motivações, causas e consequências). Abaixo segue um resumo de cada texto do qual fizemos o fichamento.

1. O caminho até a Independência do Brasil 

O processo de independência foi levado a cabo por um príncipe português, que como representante de seu pai, o rei, o que lhe conferiu características diferentes do ocorrido nos países da América do Norte e América Espanhola.

2. As guerras napoleônicas (1805-1815)

Napoleão Bonaparte assumiu o poder por meio de um golpe na França, em 1799, e em 1804, transformou-se em imperador, com o assentimento do povo.

Napoleão reformou o sistema tributário, instituiu a educação pública, e seu código jurídico previa a igualdade de todos os cidadãos do sexo masculino perante a lei.

A partir de 1805, Bonaparte expandiu seus domínios em duas frentes: de um lado, a luta contra as principais nações absolutistas do continente europeu e de outro contra a Inglaterra.

Em 1806 Napoleão decretou o bloqueio continental, fechando o continente europeu à Inglaterra, procurando, com isso, desorganizar a economia daquele país em plena "Revolução Industrial".

Em 1812, Napoleão invade a Rússia, que desafiou sua proibição de comerciar com a Inglaterra.

Napoleão foi derrotado em 1814 e, logo em seguida, os países europeus se reuniram em Viena para reorganizar o mapa político da Europa e restabelecer o antigo equilíbrio entre as potências.

3. Por que a sede do reino português mudou de endereço?

Em 1808, o povo, ao receber a família real no Rio de Janeiro, percebia o grande alcance político da mudança da corte portuguesa para o Brasil.

Não sabiam como hospedar a grande multidão que as tropas de Junot obrigaram a uma lealdade forçada aos monarcas fugitivos.

Chegaram ao Rio de Janeiro cerca de quinze a vinte mil pessoas junto com a família real.

Foi assim criada pelo governo as aposentadorias, considerada o maior absurdo que aconteceu naquela época.

Desde 1791 D. João VI cuidava dos negócios públicos de D. Maria I, mas só em 1799, quando o estado de saúde da rainha já era de conhecimento geral, ele passou a assinar os documentos na qualidade de príncipe regente.

Em 1807, o imperador dos franceses invadiu Portugal, levando D. João a executar um projeto de transferência da corte portuguesa para o Brasil.

O embarque da família real aconteceu em Belém, em quinze navios de guerra.

Só ficaram em Lisboa os que não tinham dinheiro para uma viagem, e que eram a maioria da população.

A permanência da família real portuguesa transformou o Brasil em sede da monarquia durante esse período.

As mudanças provocaram o aumento da população no Rio de Janeiro e vários outros costumes foram introduzidos na cidade.

Foram criadas as escolas de cirurgia, de comércio, o observatório astronômico, o jardim botânico, o laboratório de química, o teatro São João entre outros além da vinda da "Missão Francesa", composta de pintores, escultores e arquitetos entre o outros estudiosos.

Em 1812, D. João VI, respondendo a uma indagação do pai, queria, ao que tudo indica, imigrar com o resto da família.

Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, bibliotecário de D. João, explica os horrores passados durante a viagem e ao chegar aqui, no Brasil.

4. A reação dos portugueses

O congresso de Viena encerrado em 1815 determinou que as antigas monarquias europeias depostas por Napoleão após a Revolução Francesa, reassumissem seus tronos.

O reino voltou a ter sua sede em Portugal, mas se mantinha ligado no Brasil.

Em 1820 os governadores nomeados pelo rei foram destituídos pelos revoltosos e foi exigida a volta da família real.

5. "Independência ou morte!"

D. Pedro recebeu ordens de Lisboa que cassava seus poderes.

Dia 7 de setembro D. Pedro decretou a imediata ruptura com o reino.

As idéias revolucionistas francesas trouxe aos brasileiros um "sentimento de independência", no fim do século XVIII.

A transferência da corte portuguesa para o Rio em 1808 transformou as feições da colônia.

Neste momento, o parlamento fez com que o Brasil perdesse vários privilégios adquiridos com a permanência da família real em seu território.

A separação de Portugal acarreta grandes mudanças no cenário brasileiro graças à permanência de D. Pedro no Brasil.

D. Pedro manifesta, em 1822, sua intenção de permanecer no Brasil e assegura assim a "Independência do Brasil como reino irmão de Portugal".

6. A revolução Pernambucana de 1817

Em 1817 foi proclamada a independência da região e instalado um governo republicano, o que para Portugal, representava um sério prejuízo econômico, e a ameaça de perder o controle sobre o resto da colônia.

As forças de repressão enfrentaram resistências, mas foram rápidas e violentas, vencendo todas as batalhas.

As idéias republicanas e autonomistas permaneceram vivas em parte da região, sendo retomadas sete anos depois.

OBS.: Estes são resumos feitos por mim dos textos das páginas 143 a 153 do livro do 8° ano da coleção de livros didáticos da RSE.
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05/11: Inconfidência Mineira e Conjuração Baiana - 1792 a 1822

Na aula do dia 05/11 a professora Ana Clara iniciou a aula propondo um combinado de que, a partir desta aula não passaríamos a contar como um dia a mais de aula que foi dada, mas sim, uma a menos que falta para o fim do ano, como uma contagem regressiva para o fim do ano.

Depois foram recolhidos os trabalhos dados na última aula, dia 30/10. E nos foi passado os seguintes itens para pesquisar:


1. Antecedentes
1.1- A Inconfidência Mineira e Conjuração e Conjuração Baiana - 1792 a 1798.
1.1.1- Inconfidência Mineira: "Liberdade ainda que tardia" - "Libertas quae sera tamen"
a) Motivação: A cobrança excessiva de impostos sobre a extração do ouro nas Minas Gerais - "O quinto do ouro"
   • Causa imediata: A "derrama" do ouro - cobrança imediata de todos os impostos atrasados.
b) Organização do movimento;
Principais líderes;
Objetivos do movimento;
Estratégias a serem usadas para o sucesso da revolta;
c) A "traição" ou delação da conspiração.
Prisão e julgamento dos conspiradores.
A morte de Tiradentes e seu significado simbólico.
d) As consequências da Inconfidência Mineira.

Seguem abaixo algumas pesquisas sobre os assuntos citados acima:


1.: Antecedentes: A segunda metade do século XVIII é marcada por profundas transformações na história, que assinalam a crise do Antigo Regime europeu e de seu desdobramento na América, o Antigo Sistema Colonial.
No Brasil, os princípios iluministas e a independência dos Estados Unidos, já tinham influenciado a Inconfidência Mineira em 1789. Os ideais de liberdade e igualdade se contrastavam com a precária condição de vida do povo, sendo que, a elevada carga tributária e a escassez de alimentos, tornavam ainda mais grave o quadro sócio-econômico do Brasil. Este contexto será responsável por uma série de motins e ações extremadas dos setores mais pobres da população baiana, que em 1797 promoveu vários saques em estabelecimentos comerciais portugueses de Salvador.

1.1: Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana

Inconfidência Mineira: A Inconfidência Mineira foi um dos mais importantes movimentos sociais da História do Brasil. Significou a luta do povo brasileiro pela liberdade, contra a opressão do governo português no período colonial. Ocorreu em Minas Gerais no ano de 1789, em pleno ciclo do ouro.
No final do século XVIII, o Brasil ainda era colônia de Portugal e sofria com os abusos políticos e com a cobrança de altas taxas e impostos. Além disso, a metrópole havia decretado uma série de leis que prejudicavam o desenvolvimento industrial e comercial do Brasil. No ano de 1785, por exemplo, Portugal decretou uma lei que proibia o funcionamento de industrias fabris em território brasileiro.
Principais líderes: O grupo, liderado pelo alferes Joaquim José da Silva Xavier, conhecido por Tiradentes era formado pelos poetas Tomas Antonio Gonzaga e Cláudio Manuel da Costa, o dono de mina Inácio de Alvarenga, o padre Rolim, entre outros representantes da elite mineira.

Conjuração Baiana: Entre as lideranças do movimento, destacaram-se os alfaiates João de Deus do Nascimento e Manuel Faustino dos Santos Lira (este com apenas 18 anos de idade), além dos soldados Lucas Dantas e Luiz Gonzaga das Virgens, todos mulatos. Um outro destaque desse movimento foi a participação de mulheres negras, como as forras Ana Romana e Domingas Maria do Nascimento.
As ruas de Salvador foram tomadas pelos revolucionários Luiz Gonzaga das Virgens e Lucas Dantas que iniciaram a panfletagem como forma de obter mais apoio popular e incitar à rebelião. Os panfletos difundiam pequenos textos e palavras de ordem, com base naquilo que as autoridades coloniais chamavam de "abomináveis princípios franceses".
A Revolta dos Alfaiates foi fortemente influenciada pela fase popular da Revolução Francesa, quando os jacobinos liderados por Robespierre conseguiram, apesar da ditadura política, importantes avanços sociais em benefício das camadas populares, como o sufrágio universal, ensino gratuito e abolição da escravidão nas colônias francesas. Essas conquistas, principalmente essa última influenciaram outros movimentos de independência na América Latina, destacando-se a luta por uma República abolicionista no Haiti e em São Domingos, acompanhada de liberdade no comércio, do fim dos privilégios políticos e sociais, da punição aos membros do clero contrários à liberdade e do aumento do soldo dos militares.
A violenta repressão metropolitana conseguiu deter o movimento, que apenas iniciava-se, detendo e torturando os primeiros suspeitos. Governava a Bahia nessa época (1788-1801) D. Fernando José de Portugal e Castro, que encarregou o coronel Alexandre Teotônio de Souza de surpreender os revoltosos. Com as delações, os principais líderes foram presos e o movimento, que não chegou a se concretizar, foi totalmente desarticulado.
Após o processo de julgamento, os mais pobres como Manuel Faustino dos Santos Lira e João de Deus do Nascimento e os mulatos Luiz Gonzaga das Virgens e Lucas Dantas foram condenados à morte por enforcamento, sendo executados no Largo da Piedade a 8 de novembro de 1799. Outros, como Cipriano Barata, o tenente Hernógenes de Aguilar e o professor Francisco Moniz foram absolvidos.

1.1.1: Objetivos: A ideia do grupo era conquistar a liberdade definitiva e implantar o sistema de governo republicano em nosso país.

A “traição” ou delação da conspiração: Um dos inconfidentes, Joaquim Silvério dos Reis, delatou o movimento para as autoridades portuguesas, em troca do perdão de suas dívidas com a coroa. Todos os inconfidentes foram presos, enviados para a capital -Rio de Janeiro- e acusados pelo crime de infidelidade ao rei. Alguns inconfidentes ganharam como punição o degredo para a África e outros uma pena de prisão. Porém, Tiradentes, após assumir a liderança do movimento, foi condenado à forca em praça pública.

Consequências: As consequências da Inconfidência Mineira: A Inconfidência Mineira transformou-se em símbolo máximo de resistência para os mineiros, a exemplo da Guerra dos Farrapos para os gaúchos, e da Revolução Constitucionalista de 1932 para os paulistas.


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30/10: Atividade de leitura e interpretação de texto - Capítulo 4

Na aula do dia 30/10 nos foi passado um trabalho de leitura e interpretação do capítulo 4 do nosso livro para ser entregue no dia 05/11. Segue abaixo o roteiro:


1. Elabore uma linha de tempo com as principais revoltas acontecidas no Brasil entre os séculos XVII e XVIII.

2. Explique o que foi a "União Ibérica" (1580 a 1640).

3. Cite os principais motivos/causas para as revoltas que aconteceram no Brasil no período Colonial.

4. Caracterize em um quadro resumo de conteúdo as seguintes revoltas:
a) Beckman;
b) Maneta;
c) Terço Velho;
d) Região das Minas;
e) Emboabas.

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26/10: Lutas Coloniais Brasileiras - Séculos XVII e XVIII

Na aula do dia 26/10 nós iniciamos a estudar o capítulo do livro que fala sobre algumas revoltas que ocorreram no processo de independência do Brasil.

Depois nos foram passadas alguns termos para pesquisarmos seus significados em casa:

1. Conceitos:
a) Rebelião: Revolta, desobediência a ordens ou normas de uma instituição; Quando um grupo decide não acatar ordens de superiores.
b) Motim: É uma insurreição de grupos não homogêneos contra qualquer instituição, como por exemplo quando a tripulação de um navio tenta tomar o controle do mesmo.
c) Insurreições: Ação de insurgir-se, sublevação ou rebelião contra o poder.
d) Revoltas: Confronto contra algo ou alguém em questão.
e) Revolução: Luta com o propósito de mudar um sistema ou governo.

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22/10: Resultados da prova

No dia 22/10 a professora Ana Clara iniciou sua aula dizendo para nós que as notas da última prova foram boas, sendo que a maioria das questões eram abertas (dissertativas).

As maiores notas foram 8,0 (feita por uma aluna individualmente) e 7,5 (feita por uma dupla).

As provas foram entregues e as duplas se sentaram juntas para olharem o que erraram e o que acertaram.

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15/10: Projeto "Inculturação": Lei 10.639/2003 e Diretrizes Curriculares

Na aula do dia 15/10 nos foi passada a matéria da prova de amanhã, 16/10, que será em duplas e com consulta ao livro. A matéria é:


1. Cultura Afro-brasileira e Inculturação:
a) Ações Afirmativas - Páginas 111 a 115
b) Anotações do caderno e pesquisas sobre as cotas para negros nas universidade públicas.
c) Reflexões e conclusões dos debates do "Júri Simulado".

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05/10: Atividade em duplas - Cartas à Presidenta da República

Na aula do dia 05/10 fizemos uma breve conclusão sobre o sistema de cotas nas universidades, tema debatido no nosso juri simulado. Depois nos reunimos em duplas e elaboramos uma carta a Presidenta da República, Dilma Rousseff. O enunciado foi:


A partir das discussões e do Juri Simulado a respeito das cotas para negros nas universidades públicas, chegamos à conclusão de que o Estado tem o dever de oferecer educação básica de qualidade para todos nas escolas públicas.
De acordo com estas informações e os objetivos das Diretrizes Curriculares para a educação das relações étnico-raciais:

1. Elabore uma carta à Presidenta da República, Dilma Rousseff com:
a) uma crítica da dupla ao sistema de cotas
b) uma proposta com sugestões para melhorar a educação pública no Brasil.


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01/10: Lei 10.639/2003

Na aula do dia 01/10 nos foi apresentado o estagiário Leandro. Depois discutimos a importância dos estudos até a faculdade e fizemos conclusões dos debates de terça e sexta passada. Foram passadas as seguintes anotações:


1. Educação para as relações étnico-raciais: (www.uel.br)

1.1 - Etnia  X  Raça
         ↓             ↓
    Cultura     Conjunto de caractere genéticos que distingue um grupo humano

1.2 - Relações étnico-raciais: convivência/ coexistência de diversos grupos culturais/ raciais numa mesma sociedade.

1.3 - O papel da educação: promove o respeito às diferenças e o reconhecimento da diversidade cultural através da:
    a) Equidade: garantia de direitos iguais
    b) Liberdade de expressão das diversas manifestações culturais:

* Religiosas                          * Linguísticas
* Intelectuais                        * Artísticas
* Costumes                          * etc...

2. História e cultura Afro-Brasileira e Africana: o que determina a Lei 10.639/2003

2.1 - Altera o artigo 26.A da lei 9394/1996 (Diretrizes e Bases da Educação Nacional)

2.2 - Objetivos:
   a) Consciência Política e Histórica da Diversidade:
• Este objetivo visa:
1. promover a igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos.
2. compreender que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais diferentes, com histórias e culturas diferentes.
3. valorizar a história dos povos africanos e a cultura afro-brasileira na construção da cultura brasileira.

   b) Fortalecimento de Identidades e Direitos:
• Este objetivo visa:
1. romper com as imagens negativas formadas por diferentes meios de comunicação contra os negros e os indígenas.
2. criar condições excelentes de formação e de instrução a serem oferecidas nos diversos níveis e modalidades de ensino.

c) Ações Educativas de Combate ao racismo e a Discriminações:
• Este objetivo visa:
1. valorizar a aprendizagem relacionada às relações com pessoas negras, brancas, mestiças, assim como às relações entre negros, brancos e indígenas no conjunto da sociedade.
2. valorizar todas as formas de manifestação do pensamento e expressão: oralidade, corporidade, arte, por exemplo: a dança e a música, que são marcas da cultura africana.
3. aprender a valorizar o patrimônio cultural Afro-brasileiro, preservá-lo e difundi-lo.

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24/09 a 28/09: Júri simulado sobre as cotas raciais

Na aula do dia 24/09 nós nos dividimos em grupos e fomos para a área livre para ensaiarmos o Juri Simulado de amanhã. Meu grupo foi o da acusação e o réu eram as cotas.

Já nos dias 25/09 e 28/09 ocorreu o juri. Seguem abaixo algumas anotações que consegui fazer no primeiro dia do juri.

Juri Simulado

Réu: "Cotas para negros nas universidades públicas"

Representantes de acusação: Hellen e Marcela
Acusação: A lei sobre cotas é a própria forma de preconceito aos estudantes negros nas universidades públicas.

Representante de defesa: Natielle
Defesa: A lei foi uma forma de reparação, pois o governo se sentiu endividado com a população negra pelo fato de que os negros quase nunca tiveram acesso à educação superior desde o fim da escravidão.

• Relatos do juri:

Matheus Marçal e Talita - Acusação: Os negros tem grande dificuldade no mercado de trabalho, pois as empresas preferem quem conseguiu passar por conta própria na universidade do que quem entrou nela com o auxílio de cotas.

Yara - Defesa: As cotas ajudam os negros a chegarem ao mesmo patamar dos outros na sociedade por meio da universidade (com a ajuda das cotas).

• Testemunhas de acusação:

Gabriela Duarte: Como você se sente sendo negra na universidade? Como te tratam?
Resposta: Discriminada. Alguns professores tratam bem, e os alunos nos discriminam.
Juri: Descreva uma prática que você considera discriminatória na universidade.
Resposta: A humilhação - quando eles nos discriminam por não ter as mesmas condições que eles.

Leonardo - Defesa: Você recebe auxílio/bolsa?
Resposta da testemunha: Sim, mas não ajuda quanto ao preconceito sofrido.
Yara - Defesa: Você não se sente bem quanto á saber que tem uma pessoa branca, pobre, sem bolsa na universidade?
Resposta da testemunha:  Não me sinto bem, mas nem mal, pois eu sei que essa pessoa no mercado de trabalho terá mais facilidade por causa de sua cor.

• Testemunha de defesa:

Yara: Você acha que a raça negra estão em igualdade com os brancos que praticamente teve direitos maiores na sociedade?
Resposta: Sim, pois as cotas estão deixando os direitos à educação superior igualitária. As cotas possibilitaram os negros à terem melhores condições de vida.

Estas foram as anotações que consegui fazer sobre a defesa e a acusação no nosso juri. Ele foi bem interessantes de se fazer. E no final, o grupo da acusação ganhou o julgamento.

E você? Qual sua opinião à respeito das cotas?

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21/09: Atividades do livro

Na aula do dia 21/09 iniciamos a aula com algumas anotações de atividades que devemos fazer no livro didático. As instruções passadas foram as seguintes:


21/09: Atividade de História - Páginas 111 a 114
Texto: "Ações afirmativas"
I. Instruções:
   1- De acordo com a proposta de trabalho para a "Mostra Cultural" e o projeto de inculturação (lei 10.639/2003):
a) Reunir os grupos de trabalho da Mostra Cultural.
b) Ler o texto acima e discutir suas ideias mais importantes.
   • Identifique as ideias principais em cada parágrafo.
c) Selecionar/escolher uma das ações expostas no texto e pesquisar (em casa) sobre ela.
d) Elaborar as propostas a,d,f do exercício 32 (página 114).
   • Para Casa: Fazer o exercício número 33 da página 114 (A, B e D).

Exercício 32 - em grupos - opinião sobre as cotas raciais:

Na minha opinião, as cotas raciais nas universidades é uma forma de preconceito contra negros, índios e pardos, pois está tentando transmitir à pessoa que, por causa de suas origens ele é incapaz de fazer uma prova para entrar nas universidades sem as cotas e passar.


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18/09: Atividade em grupos para a feira de cultura

Na aula do dia 18/09 fomos ao ar livre para fazer uma atividade para a feira de cultura que será realizada em outubro. A atividade foi a seguinte:


1. Ler a lei 10.639/2003 e:

a) Transcrever ou marcar com marca-texto os artigos que fundamentam o tema de trabalho de cada grupo.
b) Extrair do texto, e anotar no caderno trechos da lei que tratam dos seguintes assuntos:
• Religião
• Acesso a posse da terra
• Acesso ao mercado de trabalho
• Habitação
• Acesso aos bens culturais
• Acesso a educação e saúde.

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17/09: Projeto inculturação - Ações afirmativas

Na aula do dia 17/09 iniciamos a aula discutindo sobre uma história em que uma diretora de uma escola proibiu a leitura de um livro pelo fato dela ser evangélica e o mesmo falar de culturas africanas e assim começamos com o conteúdo da terceira etapa.


Projeto inculturação: Ações afirmativas:

1- Lei federal n° 10.639/2003: Trazer cópia impressa amanhã.

2- Cultura: Inculturação, aculturação, enculturação (conceitos).

3- A(s) cultura(s) brasileira(s).

3.1- A cultura negra: os afrodescendentes e sua história.

- A escravidão.

- Influência no patrimônio cultural brasileiro:
Religião, Música, Vestuário, Literatura, Culinária, Festas Populares


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13/09: Atividade em grupos - Biografia

Na aula do dia 13/09 nós nos reunimos em grupos de 3 alunos para fazer uma biografia de um dos personagens pesquisados de tarefa na última aula. Quem não havia feito a tarefa teve que fazer outra atividade, mas desta vez individual para entregar até o fim da aula, às 12:20 hs.

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11/09: Personagens importantes na história da abolição



No dia 11/09 nós discutimos sobre alguns personagens muito importantes na história da abolição da escravidão. Nos foi passado no quadro as seguintes anotações:


1- Inculturação: A cultura e a cidadania negra em construção.
1.1- A lei 10.639 março/ 2003
a) A história da África e a participação dos negros na construção da cultura brasileira.
b) Ações políticas afirmativas em relação aos direitos dos cidadões negros e indígenas na sociedade brasileira.
2- Luta por direitos e por igualdade: Por uma sociedade mais justa e sem preconceitos.
2.1- Os precursores na luta contra o racismo e o preconceito.
a) José do Patrocínio (1853-1905) - jornalista.
b) Machado de Assis (1838-1908) - escritor e jornalista.
c) Carlos Gomes (1858-1896) - músico, compositor e maestro.
d) Crispim Amaral (1858-1911) - pintor, desenhista.
e) Cruz e Sousa (1861-1898) - poeta.


Depois nos foi passada a tarefa de casa de pesquisar sobre a vida de cada uma dessas pessoas. A pesquisa segue abaixo:

José do Patrocínio: 
José Carlos do Patrocínio foi um farmacêutico, jornalista, escritor, orador e    ativista político brasileiro. Destacou-se como uma das figuras mais importantes dos movimentos Abolicionista e Republicano no país. Foi também idealizador da Guarda Negra, que era formado por negros e ex-escravos para defender a monarquia e o regime imperial.

Machado de Assis: Joaquim Maria Machado de Assis foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário. Testemunhou a     mudança política no país quando a República substituiu o Império e foi um grandecomentador e relator dos eventos político-sociais de sua época. Criticou bastante a República, pois era Monarquista incondicional, inclusive amigo do Imperador Pedro II. Há vários textos de sua autoria que denunciam seu amor à extinta Monarquia.

Carlos Gomes: Antônio Carlos Gomes foi o mais importante compositor de ópera brasileiro. Destacou-se pelo estilo romântico, com o qual obteve carreira de destaque na Europa. Foi o primeiro compositor brasileiro a ter suas obras apresentadas no Teatro alla Scala. É o autor da ópera O Guarani.

Carlos Gomes nasceu em Campinas e ficou conhecido por Nhô Tonico, nome com que assinava, até, suas dedicatórias. Nasceu numa segunda-feira numa humilde casa da Rua da Matriz Nova, na "cidade das andorinhas". Foram seus pais Manuel José Gomes (Maneco Músico) e dona Fabiana Jaguari Gomes. 

A vida de Antônio Carlos Gomes foi, sempre, marcada pela dor. Muito criança ainda, perdeu a mãe, tragicamente, assassinada aos vinte e oito anos. Seu pai vivia em dificuldades, com diversos filhos para sustentar. Com eles, formou uma banda musical, onde Carlos Gomes iniciou seus passos artísticos. Desde cedo, revelou seus pendores musicais, incentivado pelo pai e depois por seu irmão, José Pedro de Sant'Ana Gomes, fiel companheiro das horas amargas.

Aos quinze anos de idade, compõe valsas, quadrilhas e polcas. Aos dezoito anos, em 1854, compõe a primeira Missa, Missa de São Sebastião, dedicada ao pai e repleta de misticismo. Na execução cantou alguns solos. A emoção que lhe embargava a voz comoveu a todos os presentes, especialmente ao irmão mais velho, que lhe previa os triunfos. Em 1857, compõe a modinha Suspiro d'Alma com versos do poeta romântico português Almeida Garrett.

Ao completar 23 anos, já apresentara vários concertos, com o pai. Moço ainda, lecionava piano e canto, dedicando-se, sempre, com afinco, ao estudo das óperas, demonstrando preferência por Giuseppe Verdi. Era conhecido também em São Paulo, onde realizava, freqüentemente, concertos, e onde compôs o Hino Acadêmico, ainda hoje cantado pela mocidade da Faculdade de Direito. Aqui, recebeu os mais amplos estímulos e todos, sem discrepância, apontavam-lhe o rumo da Corte, em cujo conservatório poderia aperfeiçoar-se. Todavia, Carlos Gomes não podia viajar porque não tinha recursos.

Crispim do Amaral: Crispim do Amaral. Desenhista, caricaturista, ilustrador, aquarelista, pintor, decorador e cenógrafo. Estuda desenho e pintura em Recife, especializando-se em cenografia. Aos 18 anos sai de Pernambuco para trabalhar na decoração de grandes teatros em Belém do Pará e Manaus. Por volta de 1976, muda-se para Paris onde colabora, como caricaturista, no jornal Le Rire, tornando-se conhecido por conta de uma charge chamada Dum-Dum!, feita como crítica à guerra anglo-bôer. Tal caricatura lhe resultou um processo da justiça francesa e uma reclamação do embaixador inglês, culminando numa condenação de três anos de prisão. Para não cumpri-la, retorna ao Brasil e fixa residência no Rio de Janeiro, onde dedica-se novamente à cenografia e à pintura decorativa, executando os cenários da ópera Moema, apresentada na inauguração do Teatro Municipal, em 1909, além de operetas e revistas montadas no Cinematógrafo Rio Branco. Como caricaturista, colabora na fundação e direção artística de diversas publicações até fundar seu próprio periódico, em 1905, chamado O Pau.

Cruz e Souza: Filho dos negros alforriados Guilherme da Cruz, mestre-pedreiro, e Carolina Eva da Conceição, João da Cruz desde pequeno recebeu a tutela e uma educação refinada de seu ex-senhor, o Marechal Guilherme Xavier de Sousa - de quem adotou o nome de família, Sousa. A esposa de Guilherme Xavier de Sousa, Dona Clarinda Fagundes Xavier de Sousa, não tinha filhos, e passou a proteger e cuidar da educação de João. Aprendeu francês, latim e grego, além de ter sido discípulo do alemão Fritz Müller, com quem aprendeu Matemática e Ciências Naturais.

Em 1881, dirigiu o jornal Tribuna Popular, no qual combateu a escravidão e o preconceito racial. Em 1883, foi recusado como promotor de Laguna por ser negro. Em 1885 lançou o primeiro livro, Tropos e Fantasias em parceria com Virgílio Várzea. Cinco anos depois foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como arquivista na Estrada de Ferro Central do Brasil, colaborando também com o jornal Folha Popular. Em fevereiro de 1893, publica Missal (prosa poética baudelairiana) e em agosto, Broquéis (poesia), dando início ao Simbolismo no Brasil que se estende até 1922. Em novembro desse mesmo ano casou-se com Gavita Gonçalves, também negra, com quem teve quatro filhos, todos mortos prematuramente por tuberculose, levando-a à loucura.


10/09: Atividade em duplas - Carta à princesa Isabel

No dia 10/09 nos foi passada uma atividade em duplas a partir do debate realizado na última aula (clique aqui) em que nós deveríamos fazer uma carta destinada a princesa Isabel que deveria conter, de acordo com o enunciado da atividade:


• Uma medida que favoreça a igualdade social.
• Uma garantia de trabalho que permita condições dignas de sobrevivência.
• Reforma agrária, garantindo posse de terra aos ex-escravos.
• Medidas de inclusão social e direito às práticas culturais de matrizes africanas (religião, festas, músicas, etc).

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Maria Carolina

03/09: Término da 2ª etapa e debate sobre a abolição da escravatura

No dia 03/09 a professora Ana Clara iniciou sua aula nos dando explicações a respeito da primeira questão da nossa prova de História, já que nela havia mais de uma questão correta. Sendo assim, esta foi anulada e foi dado um ponto a mais para todos da sala.

Depois nós discutimos sobre a distribuição de pontos da segunda etapa, que foi encerrada no dia 03/09. Ela foi a seguinte:

    Festa Junina: 3 pontos 
      Debate:  2 pontos 
        Trabalho em grupo: 3 pontos 
          Livro Didático: 3 pontos 
            Para casa: 3 pontos 

            Depois a professora Ana Clara fez um debate conosco sobre a abolição da escravatura, continuando com nosso conteúdo.


            Foram feitas três perguntas para que os alguns alunos se dispusessem a respondê-las. A primeira foi a seguinte:

            • Lei Áurea: libertou ou aboliu a escravidão no Brasil?
            Alguns alunos levantaram a mão para responder a questão com suas opiniões, que seguem abaixo.

            Luís Henrique: Mais libertou do que aboliu pois ainda existe muitos meios de escravidão nos dias atuais.
            Tainá: Libertou e aboliu pois já existiam leis que vinham libertando aos poucos os escravos.
            Jader: Não foi abolida pois ainda existe.
            Yara: Foi abolida no papel, pois houve uma substituição pelo fato de que manter escravos custava mais que manter um trabalhador, pagando seu salário.
            Leonardo: Libertou, pois em alguns lugares ainda existe.

            A segunda pergunta foi:
            • O que pode significar a palavra liberdade no contexto da abolição?

            Luís Miguel: Sair do estado que estavam, deixar de depender de seus escravos, ter sua própria vida.
            Matheus Marçal: Sair do estado de objeto para passar a ser considerado gente, ter direitos sociais na sociedade.
            Natielle: Eles achavam que ter liberdade era ter um tipo de compensação, que eles ainda poderiam se auto sustentar, o que não ocorria por causa da discriminação e falta de oportunidades nas cidades.
            Matheus Dias: Liberdade era eles saírem da fazendo e poder espalhar sua cultura, suas crenças e praticá-las.
            Marina Nadu: Quando eles souberam que teriam liberdade, pegaram suas coisas e foram embora das fazendas, mas quando viram que não conseguiriam viver nas cidades, voltavam por livre e espontânea vontade para as fazendas para trabalhar em troca de moradia e comida.
            Hellen: A liberdade foi em tese, pois eles não tinham para onde ir.
            Admilson: Os negros, neste aspecto, trouxe a eles a repressão dos castigos.

            E a terceira e última pergunta foi:
            • Para que o negro fosse totalmente livre, o que faltou na Lei Áurea?

            Talita: Faltou igualdade social entre as pessoas.
            Lívia: Faltou garantia de trabalho assalariado para os ex-escravos.
            Bárbara: Faltou uma reforma agrária; uma distribuição de terras aos antigos escravos.


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            31/08: Correção da 2ª prova

            Na aula do dia 31/08 foram entregues as provas e feita a correção da mesma com a professora Ana Clara.


            28/08: Conteúdos aprendidos na segunda etapa

            No dia 28/08 iniciamos a aula com uma grande surpresa: a professora Ana Clara voltou de sua licença e continuou a nos dar aulas de História. Ela nos contou que durante sua licença fez uma viagem de um mês pela Europa. Depois falamos da distribuição de pontos e relacionamos alguns pontos sobre o que aprendemos com a professora Rossana durante a ausência da professora Ana Clara, que segue abaixo (clique nos links coloridos para ser redirecionado à postagens no blog sobre o tema em questão):

              • Os navios negreiros;
              • A vida dos escravos na escravidão;
              • Formas de resistência à escravidão (aqui e aqui também);
              • Leis Abolicionistas;
              • Tipos de escravos;
              • Engenhos de açúcar.

            Depois discutimos sobre as causas para a escravidão negra (motivações), e chegamos às seguintes conclusões:

              • 1. Econômica: montagem dos engenhos de açúcar;
              • 2. Sócio-cultural: adoção da mão-de-obra negra para substituir a indígena.

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            27/08: O caso do Ceará e as Leis Abolicionistas

            No dia 27/08 a professora Rossana iniciou a aula nos dando duas notícias:
            • A primeira foi a de que a professora Ana Clara já voltou de sua licença e já vai voltar a dar aula para nossa turma em breve;
            • E a segunda de que as provas já foram corrigidas e serão entregues na próxima aula.

            Depois lemos os textos das páginas 100, 101 e 102 do nosso livro didático, que falava do caso da província do Ceará e das leis que formaram o processo de abolição da escravidão.

                    O caso do Ceará: 

            • O Ceará foi a primeira província do país a libertar seus escravos. Com sua economia voltada para a pecuária, não havia a mesma necessidade de mão de obra escrava como em outras regiões. Desde 1868 já havia uma orientação e uma verba da Assembléia Provincial para libertar escravos, de preferência do sexo feminino e recém nascidos. No fim do século XIX a economia da região entrou em crise e a situação foi agravada por grandes secas, levando à venda de muitos escravos para outras localidades. A partir de 1880, começaram a surgir várias sociedades abolicionistas, que, em 1881, convenceram os jangadeiros a não transportar mais escravos de uma região à outra e o movimento se espalhou pelo interior. Em 1° de janeiro de 1883, a vila do Acarape foi a primeira a libertar seus escravos.

                    As leis abolicionistas:

            1831 - 7 de setembro - o Brasil, nessa data, formalizou o acordo com a Inglaterra, como uma das exigências para o reconhecimento da Independência brasileira, de extinguir o tráfico negreiro.
            1845 - 8 de agosto - o Parlamento britânico aprovou a Lei Bill Alberdeen, conferindo à marinha mercante inglesa o direito de aprisionar qualquer navio negreiro.
            1850 - 4 de setembro - a Lei Eusébio de Queiroz pôs fim ao tráfico negreiro, proibindo totalmente a prática, porém intensificando o tráfico interno de escravos.
            1871 - Lei do Ventre Livre, concedeu liberdade aos nascidos a partir desse ano.
            1885 - Lei Saraiva/Cotegipe ou Lei dos Sexagenários, concedeu liberdade aos escravos com mais de 60 anos.
            1888 - 13 de maio - a Lei Áurea, declarou extinta a escravidão no Brasil.


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            20/08: Revisão para a prova



            Na aula do dia 20/08 a professora Rossana nos passou uma breve revisão para a nossa prova de amanhã, 21/08. Seguem abaixo os dados passados em nossa revisão.

                   A América Espanhola:

            • Era uma típica colônia de exploração.
            • Usava do trabalho compulsório indígena, dividido em "Mita", quando se tratava da mineração e em "Encomienda" quando se tratava da agricultura.

            Sociedade da América Espanhola:


            ( www )


            • No topo da pirâmide ficavam os Chapetones, espanhóis que ocupavam altos cargos administrativos;
            • Após os Chapetones vinham os Criollos, que eram os filhos de espanhóis nascidos na América Espanhola - formavam a burguesia;
            • Logo depois vinham os Mestiços, os pequenos comerciantes e artesãos assalariados;
            • Na base da piramide tinham os Índios escravos, que eram os trabalhadores escravos dos senhores da América Espanhola.



                 A Escravidão no Brasil:

            Era dividida em:
              • Lavouras de cana: local onde a cana-de-açúcar das fazendas, colhidas pelos escravos, eram transformadas em vários produtos para o consumo dos senhores e para a exportação.
              • Casa grande: local onde viviam os senhores de engenho e sua família.
              • Senzala: local onde viviam os escravos das fazendas.

                    Os quilombos:

            • Era uma forma de resistência dos escravos; um conjunto de escravos fugitivos.

                    Abolição do tráfico negreiro:

            • Começa em 1845 com a lei Bill Alberdeen, uma lei provisória, que concedia à marinha mercante inglesa o direito de aprisionar todos os navios negreiros que realizasse o transporte de negros da África para a América.
            • Em 1850 acaba definitivamente com o tráfico negreiro com a lei Eusébio de Queiroz, que determinava que "são autores do crime de importação, ou de tentativa dessa importação, o dono, o capitão ou mestre, o piloto e o contramestre da embarcação, e o sobrecarga. São cúmplices a equipagem, e os que coadjuvarem o desembarque de escravos no território brasileiro de que concorrerem para ocultar ao conhecimento da autoridade, ou para os subtrair à apreensão no mar, ou em ato de desembarque sendo perseguida." A lei realmente acabou com o tráfico negreiro, mas por outro lado, intensificou cada vez mais o tráfico interno entre as províncias e entre os senhores.

                    Abolição da escravatura:

            • Começou em 1871 com a lei do ventre livre, que concedeu aos nascidos depois dessa data a liberdade da escravidão.
            • Continuou em 1885 com a lei do Sexagenário/Saraiva - Cotegipe, que concedeu aos escravos com mais de 60 anos a liberdade.
            • Terminou em 1888 com a lei Áurea, que declarou extinta a escravidão no Brasil.


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            17/08: Vídeo - Navio negreiro


            Escravos reais em navio negreiro real ( www )

            Na aula do dia 17/08 a professora Rossana iniciou a aula nos passando um pequeno vídeo que mostrava o caminho percorrido pelos escravos, desde sua captura e sua viagem nos navios negreiros até sua chegada ao Brasil. Depois corrigimos o para casa passado na última aula, que foram as páginas 89 e 90 do livro didático. Seguem abaixo o vídeo e as sugestões de resposta dadas pela professora ao nosso para casa.

            Vídeo: Navio Negreiro

            ( www )

            Sugestões de resposta ao para casa:

            11. As imagens a seguir mostram diferentes tipos de escravos. Faça uma pesquisa sobre as atividades desenvolvidas pelos escravos (clique aqui). Com base nos dados coletados, crie uma legenda para cada ilustração (imagens aproximadas).

            Figura 14:


            • Escravos domésticos: Tinham um trabalho mais leve, como 
            arrumar a casa, cuidar das crianças, preparar refeições e também realizar pequenos serviços designados diretamente pelo seu senhor.                                                                                                             
            • Escravos de Tabuleiro: Eram os escravos que vendiam frutas e doces livremente com a permissão de seus senhores na cidade, pagando a eles parte do dinheiro arrecadado com as vendas.







            Figura 15:


            • Escravos de ganho: Este tipo de escravo oferecia diversos tipos de 
            serviços, como, por exemplo, o transporte de cargas, a barbearia, a lavagem de roupas ou até mesmo a fabricação de alguns remédios; tomavam conta de alguns comércios e vendiam produtos diversos. Eles deviam passar parte do que ganhavam para seus senhores e com a pequena parte que lhes sobrava se alimentavam ou guardavam o dinheiro para conseguir comprar sua carta de alforria.






            Figura 16:


            • Escravos domésticos;                                                                                  
            • Escravos de ganho;
            • Escravos pessoais: Eram uma espécie de escravo doméstico, mas que realizava tarefas designadas diretamente por seu senhor, obedecendo somente à ele.





            Figura 17:


            • Escravos de garimpo: Eram os escravos que tinham por tarefa 
            garimpar ouro nas minas e nos rios das fazendas de seus senhores.







            Figura 18:


            • Escravos de cana-de-açúcar: Tinham a função de trabalhar nos 
            engenhos de cana-de-açúcar, colhendo a cana e a transformando nos produtos lá fabricados.







            Figura 19:


            • Escravos dos engenhos de cana: Tinham tecnica-
            mente a mesma função dos escravos de cana de açúcar: colher a cana, levá-la para os engenhos e trabalhar nos mesmos.







            Fonte das imagens: Google Images


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            13/08: Fichamento sobre os escravos trazidos da África para o Brasil

            Na aula do dia 13/08 a professora Rossana cedeu sua aula para terminarmos a prova de português, já que só o horário anterior não foi suficiente. Mas após o termino da prova nos foi passado um dever, que foi os exercícios das páginas 89/90 e o resumo dos textos das páginas 82 a 90, que seguem abaixo.

            Parágrafo 1 - Ideia central:
                 A chegada de escravos trazidos da África teve início nas primeiras décadas de colonização do Brasil.

            Parágrafo 2 - Ideia central:
                 Com o início da produção açucareira na colônia portuguesa, consolidou-se o uso da mão de obra escrava africana. A partir de 1549, o tráfico negreiro para Pernambuco e Bahia se intensificaram e em 1559 foi legalizado por D. Sebastião, que autorizava a captura de negros na África.

            Parágrafo 3 - Ideia central:
                 Estima-se que de 1551 a 1870 chegaram ao Brasil 10.247.500 escravos africanos.

            Parágrafo 4 - Ideia central:
                 Os africanos se envolveram ativamente no lucrativo comércio transatlântico. Portugal estabeleceu uma relação direta com os africanos, driblando o regime de exclusividade metropolitano.

            Parágrafo 5 - Ideia central:
                 O tráfico de escravos com a região do golfo do Benin era feito principalmente com Salvador, e esses trabalhadores eram tão importantes na economia baiana que no início do século XVII foi iniciada a construção de um forte para o depósito de escravos na região. Mais tarde, no fim daquele século e início do século XIX, quando o tráfego de escravos tornou-se ilegal, os traficantes baianos tiveram que se estabelecer de maneira mais efetiva para garantir esse comércio.


            Parágrafo 6 - Ideia central:
                 Foi assim que vários comerciantes baianos se estabeleceram naquela costa, sobretudo, na cidade de Uidá, como por exemplo, Francisco Félix de Souza.


            Uma professora alemã que viveu no Brasil afirmou que os nomes de escravos vindos da África eram dados assim que escravizados, mas que também ocorriam no fim da escravidão quando eles eram libertos, no qual, ao participar da cerimônia de batismo de oito crianças filhas de escravas, as quais receberam nomes de origem portuguesa, como Messias, Angélica, César e Rute. 


            ( www )


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            10/08: Tipos de escravos

                 Na aula do dia 10/08 a nossa professora substituta Rossana (que irá ficar conosco até o fim do mês de agosto) corrigiu conosco os deveres de casa passados nas últimas aulas dos dias 03/08 e 06/08. Aprofundamos os estudos nos tipos de escravos da época da escravidão colonial do Brasil. Também fizemos uma anotação importante sobre como as sociedades atuais trabalham as situações criadas pelas sociedades antigas: "Apesar de já condenada e abolida, a escravidão ainda existe. As sociedades atuais fazem leituras e releituras desse longo episódio. Em diversos lugares existem leis que proíbem essa prática, condenando seus praticantes".
                 Abaixo segue uma breve pesquisa sobre os tipos de escravos da época colonial e suas funções:

            Escravos de Campo ou de Eito: Trabalhavam na área rural. Tinham péssimas condições de vida, altas cargas horárias e tinham expectativa de vida baixíssima, chegando de 10 a 15 anos de serviço.

            Escravos Domésticos: Tinham um trabalho mais leve, como arrumar a casa, cuidar das crianças, preparar refeições e também realizar pequenos serviços designados diretamente pelo seu senhor.

            Escravos de Aluguel: Eram os escravos que, por não conseguirem ser explorados pelos seus senhores, foram empregados em outras fazendas ou minas. Faziam parte de uma boa parte da renda de senhores de escravos que passavam por dificuldades financeiras.

            Escravos de Ganho: Este tipo de escravo oferecia diversos tipos de serviços, como, por exemplo, o transporte de cargas, a barbearia, a lavagem de roupas ou até mesmo a fabricação de alguns remédios; tomavam conta de alguns comércios e vendiam produtos diversos. Eles deviam passar parte do que ganhavam para seus senhores e com a pequena parte que lhes sobrava se alimentavam ou guardavam o dinheiro para conseguir comprar sua carta de alforria.

            Escravos de Lida: Eram os chamados escravos da Labuta pesada. Os que mais trabalhavam no serviço pesado, com poucos direitos a descanso. Geralmente trabalhavam construções de prédios, calçamento de ruas e levavam barris cheios de excrementos humanos para jogar no mar.

            Escravos dos engenhos de cana: Eram conhecidos também como escravos de cana de açúcar; tinham a tarefa de colher a cana, levá-la para os engenhos e trabalhar nos mesmos, na fabricação dos produtos para seus senhores e para a exportação.



            (www)


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            03/07: Debate - Escravidão hoje, em todos os lugares?

            No dia 03/07 iniciamos a aula recolhendo de fila em fila palavras difíceis referentes ao fichamento do texto da página 70 do nosso livro ("Escravidão hoje, em todos os lugares?") e discutimos os seus significados, que seguem abaixo.

            Fichamento:

            1.1 - Ideia Central:
            Lançamento pela Organização Internacional do trabalho (OIT) o relatório "Uma aliança global contra o trabalho escravo"

            1.2 - Ideia Central:
            O trabalho escravo não é o trabalho com baixa remuneração, mas sim um serviço que as pessoas fazem contra sua vontade e que as fazem sofrer penalidades ao sair do mesmo por conta própria.

            1.3 - Ideia Central:
            O trabalho forçado é um problema mundial que tem aproximadamente 12,3 milhões de vítimas.

            1.4 - Ideia Central:
            O tráfico de pessoas gera cerca de 32 bilhões de doláres americanos em lucros.

            1.5 - Ideia Central:
            A maior parte do trabalho forçado, atualmente está nos países mais pobres, onde as pessoas abusadas vem de classes sociais mais baixas.

            1.6 - Ideia Central:
            A maior parte dos trabalhadores forçados vem do tráfico humano para exploração sexual, ou para outras explorações econômicas, geralmente na economia "subterranêa".

            1.7 - Ideia Central:
            Diversos países adotaram nova legislação ou emendaram sua legislação criminal para combater o trabalho escravo e sua correspondência com o tráfico.

            1.8 - Ideia Central:
            O trabalho escravo se mantém como um crime invisível, desconhecido e sem punição em várias partes do mundo.

            1.9 - Ideia Central:
            Empresas responsáveis querem se assegurar de que não encontrarão trabalho forçado em sua cadeia produtiva e os consumidores querem estar tranquilos de que os produtos que consomem não são produzidos à custa da vitimização dos trabalhadores.

            1.10 - Ideia Central:
            A expressão "trabalho escravo" caracteriza a ausência de liberdade, cercada por três fatores: a apreensão dos documentos dos trabalhadores; a existência de dívidas impostas ilegalmente e a impossibilidade de deixar o local de trabalho devido à presença de guardas armados.

            1.11 - Ideia Central:
            Em outubro de 2004 o MTE criou o "Cadastro de Empregadores" que tenham mantido trabalhadores em condições análogas a de escravo, conhecida também como "ficha suja"

            1.12 - Ideia Central:
            Em maio de 2005, líderes da iniciativa privada assinaram o "Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo" que prevê ações conjuntas para combater o problema .

            1.13 - Ideia Central:
            No período entre 2007 e 2009 foram inspecionados 857 estabelecimentos resultando na libertação de 14.784 pessoas.

            1.14 - Ideia Central:
            Tocantins, Maranhão, Piauí e a região nordeste são grandes fornecedores de trabalhadores escravos.

            1.15 - Ideia Central:
            Desde sua atualização, entraram para a "lista suja" desde tradicionais pecuaristas até agricultores, empresas de extrativismo mineral e vegetal e empregadores da área da construção civil e da siderurgia.


            Vocabulário:
            Represália: Vingança
            Engajados: Contratado, comprometido.
            Erradicação: Extinção, "arrancar pela raiz".
            Ralificar: Tornar válido, validar.
            Análogo: Comparação para estabelecer semelhanças ou diferenças entre duas situações.
            Sanções: Punição, validação de leis.
            Cercear: Restringir, limitar.
            Exortar: Incentivar, convidar.
            Subsariana: Região do deserto do Saara abaixo da linha do equador.
            Castas: Classes sociais que não se misturam.


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            02/07: Inculturação e Lei 10639/03

            No dia 02/07 nós iniciamos a aula discutindo sobre a lei 10639/03, que constata a obrigatoriedade das escolas publicas e particulares o ensino da história da cultura afro-brasileira. O artigo diz:

            LEI No 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003.
            Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.


            O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
            Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B:
            "Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
            § 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
            § 2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.
            § 3o (VETADO)"
            "Art. 79-A. (VETADO)"
            "Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’."
            Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
            Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182o da Independência e 115o da República.
            LUIZ INÁCIO LULA DA SILVACristovam Ricardo Cavalcanti Buarque


            Depois fizemos algumas observações quanto às características de cada povo, como por exemplo, o nariz, que nos povos africanos é mais largo para o ar se resfriar até chegar ao pulmão, já que nesses lugares o tempo é bem quente, ao contrário dos povos que vivem em lugares muito frios, que tem os narizes mais finos para o ar chegar mais quente ao pulmão por causa do clima e etc.

            Postado por 
            Maria Carolina

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